quarta-feira, 13 de junho de 2012

Na vida só tristeza, perpétua a rigidez do frio da alma
A chuva cai no fim da tarde, as duras penas meu corpo cai
Fugacidade sem fim, choro e durmo de cansaço
Lembro-me de acordar mais um dia
A dificuldade de andar com os próprios pés é imensa, imerso a uma dependência 
Só manchas no chão, dos barros dos meus pés
Barro do meu coração, derretendo e virando um vulcão
Nunca imaginei chegar ao abismo, mas ele chegou em mim, agora...nada restou
Só tristeza e ilusão, a fé continua cega, mas a faca não corta nada só reflete a Luz apagada pedindo socorro por um pouco de perdão.



Luciana

Nenhum comentário:

Postar um comentário