quarta-feira, 18 de julho de 2012
Amor me trava a alma.
Seca o gelo do meu coração.
Louco por palavras obscuras e sem reflexo.
Invadindo a luxúria da solidão.
Hoje me sinto mais quente, já fui só inverno.
Carrego conselhos e um fruto de um amor eterno.
Barrancos na mente, frio no aconchego.
Choro estupidamente, sou egoísta, sou ego, sou devaneio.
Seca o gelo do meu coração.
Louco por palavras obscuras e sem reflexo.
Invadindo a luxúria da solidão.
Hoje me sinto mais quente, já fui só inverno.
Carrego conselhos e um fruto de um amor eterno.
Barrancos na mente, frio no aconchego.
Choro estupidamente, sou egoísta, sou ego, sou devaneio.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Na vida só tristeza, perpétua a rigidez do frio da alma
A chuva cai no fim da tarde, as duras penas meu corpo cai
Fugacidade sem fim, choro e durmo de cansaço
Lembro-me de acordar mais um dia
A dificuldade de andar com os próprios pés é imensa, imerso a uma dependência
Só manchas no chão, dos barros dos meus pés
Barro do meu coração, derretendo e virando um vulcão
Nunca imaginei chegar ao abismo, mas ele chegou em mim, agora...nada restou
Só tristeza e ilusão, a fé continua cega, mas a faca não corta nada só reflete a Luz apagada pedindo socorro por um pouco de perdão.
Luciana
A chuva cai no fim da tarde, as duras penas meu corpo cai
Fugacidade sem fim, choro e durmo de cansaço
Lembro-me de acordar mais um dia
A dificuldade de andar com os próprios pés é imensa, imerso a uma dependência
Só manchas no chão, dos barros dos meus pés
Barro do meu coração, derretendo e virando um vulcão
Nunca imaginei chegar ao abismo, mas ele chegou em mim, agora...nada restou
Só tristeza e ilusão, a fé continua cega, mas a faca não corta nada só reflete a Luz apagada pedindo socorro por um pouco de perdão.
Luciana
sábado, 5 de maio de 2012
Vazio
Eu não posso mais....vou me calar e sossegar meu peito aflito.
E nunca mais me atrever e surpreender e te calar e te arrastar sem ter mais jeito.
Me humilhar e me encharcar de água sã e debater e sussurrar até você...entre a porta e o espelho.
Não enxergo, não a vejo, sem querer o meu apelo, triste sonho de pesadelo.
Seguir jamais, quero ficar sentindo o frio me queimar por inteiro e maldizer a vida vã a mente sã,
pois nada tenho.
orando e pecando, hora vivendo hora morrendo quero correr para o abrigo do teu seio.
Na vida sinto inquietude e extrema razão,pouco pedi pra Deus, tão puco pedi perdão.
Senta teu corpo porque é hora de descanso, fala baixo...cala alma..cala .
E nunca mais me atrever e surpreender e te calar e te arrastar sem ter mais jeito.
Me humilhar e me encharcar de água sã e debater e sussurrar até você...entre a porta e o espelho.
Não enxergo, não a vejo, sem querer o meu apelo, triste sonho de pesadelo.
Seguir jamais, quero ficar sentindo o frio me queimar por inteiro e maldizer a vida vã a mente sã,
pois nada tenho.
orando e pecando, hora vivendo hora morrendo quero correr para o abrigo do teu seio.
Na vida sinto inquietude e extrema razão,pouco pedi pra Deus, tão puco pedi perdão.
Senta teu corpo porque é hora de descanso, fala baixo...cala alma..cala .
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Chico Buarque, consegue entender a alma da mulher, do proletário, do vagabundo, do Boêmio, do poeta, do intelectual...nossa!! Quantos artistas teremos neste nível de entendimento da alma do ser humano. Na verdade todos estes adjetivos acima nada mais é do que a alma do artista. Uma mistura de elementos que geram uma química maravilhosa de lixo e luxo.
Obrigada Chico, por acrescentar em minha vida..suas poesias!!
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